São 10 anos de mercado — passagem por agência, período como designer in-house, e hoje atuando como PJ. Boa parte da identidade visual que fiz nesses anos foi como funcionário: marcas inteiras, sistemas completos, propriedade do empregador. Não posso mostrar essas peças aqui — mas fazem parte da trajetória, e é assim que cheguei no nível de sistema que aplico hoje nos cases que você vê no portfólio.
De designer a quem constrói o sistema
A evolução não foi trocar de carreira — foi a mesma pessoa somando ferramenta. Comecei fazendo a peça. Depois passei a fazer o padrão que gera a peça. Hoje escrevo pipeline em Python, monto e-commerce headless (Medusa v2) e dashboard com Supabase. O design continua sendo o motivo — os dados e a automação são o que fazem ele rodar sem depender de mim pra cada peça nova.
O que isso muda na prática
Quando um cliente precisa de volume constante — como o case da Renova Seminovos, 4 meses seguidos sem falhar — o diferencial não é desenhar mais rápido, é ter um sistema por trás que mantém o padrão mesmo quando o assunto muda toda semana. É essa camada que a maioria dos designers não entrega.
